• Características como usabilidade, preço justo e soluções que não tenham a necessidade de instalação já não são mais consideradas diferenciais causadores do efeito UAU. Elas já passaram a ser consideradas como características básicas e fundamentais na área, ou seja, já não são mais esses fatores que agregam valor ao usuário. Quando se trata de gerar o efeito UAU é necessário muito mais!

    Diante disso, quais são as práticas e cuidados que as empresas devem ter para conquistar o público-alvo e engajá-lo, afim de torná-lo apaixonado pela solução oferecida?

    Hoje, com o avanço da tecnologia, nos deparamos com milhares de plataformas que se propõem a resolver problemas de usuários, porém poucas conseguem de fato tornar a experiência incrível e fazer com que eles se apaixonem verdadeiramente.

     

    Entenda como gerar o efeito UAU

    O efeito UAU é aquele que causa impacto nos clientes, chama atenção e não permite nem os olhos piscarem. Pode parecer exagero, mas este efeito é sinônimo de “experiência incrível”! Pra encontrar esse efeito é necessário ir além daquilo que os clientes já consideram como pré-requisitos – tem que ter inovação no sangue -.

    Com o intuito de entender como as empresas podem gerar valor, experiência incrível e entusiasmo, separamos algumas dicas para contribuir com o seu negócio. Confira!

     

    FOCO DO USUÁRIO

    Alguns erros são comuns às empresas que buscam gerar o efeito UAU e um deles é o descuido com estratégias que prendem a atenção e o foco do usuário. Para evitar que isso aconteça, é importante que:

    • Estude o usuário antes de criar soluções para ele;
    • O foco de todos os envolvidos na criação do produto deve estar voltado ao usuário e não a interesses particulares da empresa;
    • A complexidade das soluções propostas deve estar alinhada com o nível de entendimento do usuário;
    • Antes de entregar a solução, certifique-se de que o MVP (mínimo produto viável) foi feito de forma completa para evitar que o produto pronto passe por mudanças constantemente;
    • É importante focar em um nicho específico, mas certifique-se de que o produto não resolva apenas problemas pontuais;
    • O foco da administração não deve ser apenas em aumento de faturamento.

     

    PENSAMENTO SISTÊMICO

    O pensamento sistêmico compreende um olhar sobre todo o contexto e não especificamente do indivíduo isoladamente. É uma maneira atual que a empresa deve ter para solucionar perspectivas mais complexas, unindo vários pontos de vista para uma visão multidimensional do problema.

    Ou seja, a empresa conseguira criar soluções sistêmicas a partir da união de perspectivas diferentes de cada área ao equilibrá-las. Quatro principais fatores para o desenvolvimento do pensamento sistêmico são:

    • Domínio pessoal: a capacidade de cada envolvido no processo em obter resultados que vão além dos interesses pessoais e da empresa e sim para todos que fazem parte da cadeia;
    • Modelos mentais: foco em melhoria continua e na quebra de paradigmas e crenças limitantes. Não há nada que não possa ser mudado ou questionado;
    • Visão compartilhada: apesar de desafiadora, a visão deve ser compartilhada com todos, que devem estar engajados com o que se deseja criar;
    • Aprendizado em equipe: é a capacidade de unir talentos individuais e transformá-las em aptidões coletivas.

     

    TIMES MULTIDISCIPLINARES

    Conhecidos também como times multifuncionais, as equipes multidisciplinares são compostas por profissionais de diferentes áreas, que através da sinergia, são capazes de resolver problemas de maneira excelente.

    Tratando do desenvolvimento de produtos que buscam gerar o efeito UAU no usuário, a combinação dos cinco profissionais listados a baixo, podem gerar proximidade entre a equipe e resultados espetaculares:

    • Designer;
    • Frontend;
    • Backend;
    • Analista de marketing;
    • Gerente de produto.

     

    Começar do jeito certo é a melhor escolha que a empresa deve fazer. Reduzir os erros e falhas no inicio do desenvolvimento do produto pode ser o fator determinante para que o produto chegue às mãos dos usuários de maneira impactante.

    Portanto, antes mesmo da empresa ‘’existir’’ de verdade, faça o maior número de testes e ajuste o MVP (como foi falado anteriormente!).

    O ponto de partida é entender o problema que se deseja resolver em sua profundidade e, só depois, criar estruturas das soluções. Uma conta muito utilizada para saber se vale a pena desenvolver essa estrutura do produto, é verificando se o retorno será de, no mínimo, 3 vezes mais que o valor investido na solução.

     

    RESOLVER UM PROBLEMA

    Muito falado no mundo das Startups, a regra de ouro é focar em resolver um único problema de cada vez. Soluções muito complexas, que buscam resolver diversos problemas podem ocasionar a perda de foco da equipe, além de investimentos mais altos e exigir mais manutenção.

     

    DEFINIR UM PROPÓSITO

    Tão importante quanto à definição do problema, deixar claro qual é o propósito da empresa acima dos lucros que deseja obter, é fundamental para gerar valor aos usuários e, consequentemente, conquistá-los. A definição do propósito contribuirá para o foco e priorização das atividades principais que permitirão a entrega da proposta de valor, além de motivar a equipe como um todo nos momentos difíceis da execução do projeto.

     

    USABILIDADE

    Não podemos deixar de evidenciar os problemas de usabilidade das soluções propostas. Normalmente isso ocorre quando a fase de validação foi incompleta ou pouco qualitativa.

    É comum o usuário ter contato com o produto, experimentá-lo e ainda assim não se tornar cliente. Para solucionar esse problema, provavelmente será necessário revisar a usabilidade da ferramenta.

    • Identificar o perfil do usuário: coloque a mão na massa e conheça seus clientes. Quem toma a decisão de compra? Quem são os fãs do seu produto e quem irá divulga-lo? Qual o perfil de usuário constante do seu produto? Identifique os comportamentos comuns a esse público! De qual dor eles sofrem? O que eles esperam que seu produto resolva?
    • Observar como o usuário utiliza o produto: seja por vídeos ou presencialmente, veja como as pessoas utilizam o produto pela primeira vez. Anote as dores observadas nos usuários para aprimorar o produto;
    • Reduzir funcionalidades: elimine as funcionalidades que são utilizadas por 1% dos usuários, que muitas das vezes não geram receita e geram desgaste e consomem tempo. O que ficar será a essência do produto!
    • Validar com usuários: tudo é hipotético. Ao se comunicar com o usuário, o risco de lançar um produto que não será usado por ninguém diminui consideravelmente. Além disso, seus usuários estarão dispostos a pagar por ele? Quanto melhor for a validação com os usuários, rever soluções, simplificar os processos, melhorar a usabilidade e acompanhar os resultados, maiores serão as chances de entregar o produto certo ao público desejado.

     

    Moral da História

    O efeito UAU é consequência de muito trabalho e dedicação, sempre focando no usuário e nas necessidades que eles desejam que sejam atendidas. Para isso, aconselhamos sempre estudar muito bem o seu público, imergir de cabeça nos problemas e, então, encontrar soluções totalmente novas. Só assim você fará com que todos fiquem de boca aberta!

     

    A I9ME quer saber se algum produto, marca ou serviço já fez você sentir essa sensação. Se sim, compartilhe com a gente aqui nos comentários.

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